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20/06/2012

A Justiça de Deus

justiça

Hoje pela manhã, lendo o Salmo 73 na minha meditação, tomei nota de  alguns pontos interessantes na confissão que o autor faz a Deus, expondo sua duvida quanto a justiça de Deus que aparentemente possui uma divergência  no tratamento entre os maus e os bons, já que os maus parecem prosperar, e os que fazem a vontade de Deus parecem sempre se dar mal. 

No segundo versículo ele diz: “Porém, quando vi que tudo ia bem para os orgulhosos e os maus, quase perdi a confiança em Deus porque fiquei com inveja deles”.

Até o versículo 12 o autor segue nessa mesma linha, e no verso 13 chega a dizer estar arrependido de fazer as coisas do jeito de Deus; “Parece que não adiantou nada eu me conservar puro e ter  as mãos limpas de pecado […] pois me tens feito sofrer o dia inteiro”.

A partir daqui podemos ver claramente o reflexo de nossas palavras hoje. Quantas vezes temos reclamado a Deus por aquilo que temos ou que não temos. Por todas as desgraças que aparentemente só acontece com nós. Chegamos a pensar que Deus nos lançou no mar do esquecimento mesmo quando tentamos viver ao máximo de acordo com a vontade dEle. E ao vermos os maus, ou os que não vivem de acordo com a vontade de Deus, só vemos prosperidade, e alegria, o sofrer parece não existir para eles. Então dizemos “Parece não valer a pena viver de acordo com a vontade de Deus!”

Já a partir do verso 16 acontece uma reviravolta “Então eu me esforcei para entender essas coisas, mas isso era difícil demais para mim. 17 Porém, quando fui ao teu Templo, entendi o que acontecerá no fim com os maus”. “21 O meu coração estava cheio de amargura, e eu fiquei revoltado. Eu não podia compreender, ó Deus;”

Apenas quando há arrependimento é possível compreender os planos de Deus. Enquanto houver amargura e revolta de nossa parte contra Deus nós nunca iremos compreender os propósitos divinos, afinal, estamos afastados de Deus quando estamos em pecado! E é exatamente assim que o Rebelde quer nos comportemos. Ele não quer que enxerguemos as bênçãos que virão depois da maldição, e a alegria que nos sobrevirá pela manhã.

Portanto mantenha-se firme mesmo quando parecer impossível! Fale como o Salmista: 23 No entanto, estou sempre contigo, e Tu me seguras pela mão. 24 Tu me guias com os teus conselhos e no fim me receberás com honras” Confie nisso e Faça do Senhor o seu refugio!