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27/04/2012

Assassinado por causa do PS3

armada

Pode parecer mentira, mas na Arábia um garoto de 04 anos matou o pai com uma arma de fogo por conta de um Playstation 3. E uma antiga discussão foi levantada: a da influencia dos videogames violentos, principalmente nas crianças. Mas quem foi o vilão? O pai por ter deixado um acesso fácil a arma, ou alguma influencia que o garoto teve?

“Segundo informações do jornal Daily Mail, um garoto de quatro anos de idade atirou e matou o próprio pai na província de Jizan, na Arábia Saudita. O menino fez os disparos porque o pai não quis lhe comprar um Playstation 3. A identidade de ambos foi preservada.

A briga começou quando a criança pediu para o pai comprar um
PS3 de presente. Ao voltar para casa sem o aparelho, o menino teve um ataque de fúria, pegou a pistola do pai e atirou à queima-roupa. De acordo com as autoridades locais, a arma havia sido deixada ao alcance do garoto.

O assunto coloca novamente o debate sobre a violência nos jogos de videogame, em especial as crianças. Quanto aos pais, uma pesquisa recente feita pelo site Playr2 constatou que 64% dos pais não analisam a idade aconselhada para os títulos, deixando que os filhos resolvam joga-los ou não.

Por outro lado, um estudo publicado pela Associação Norte-americana de Psicologia, em outubro do ano passado, revelou que os games violentos são inofensivos para a maioria das crianças e só uma minoria com problemas de personalidade ou saúde mental pre-existentes pode ser influenciada.”

Fonte – Olhar Digital

Raio – X: É lastimável esse caso. E como levantei no inicio, de quem foi a culpa? Ouso dizer que o pai errou em  não ter educado bem o filho, ao ponto de ter perdido o controle do garoto ao não ter atendido ao pedido dele. E sim, doa a quem doer, videogames, filmes etc., tem sim o poder de influenciar crianças em desenvolvimento, e quando os pais não controlam o que os filhos consomem, a situação fica pior ainda. Vai me dizer que o moleque aprendeu a perder o controle e a “atirar” no parquinho da escola? Bem, o fato é que, quando Jesus não é o alicerce da família esse tipo de coisa é quase que inevitável. Por isso é importante tomar cuidados para escolher bem o(a) parceiro(a) pro casamento, para que haja uma união eficaz em prol dos devidos cuidados com o tesouro que Deus dá a um casal, que são os filhos.  Este caso deve servir de exemplo e alerta a todos nós, para que possamos ser guiados por Deus na educação de nossos filhos. Afinal, se eles são o futuro desse mundo, não quero imaginar esse futuro se as coisas continuarem assim!